Entrevista – Ana Colnaghi


Uniflex: arquitetura é … 
AC: alma. 

Uniflex: amigos são … 
AC: preciosos. 

Uniflex: o que mais faz Ana feliz? 
AC: o tempo com quem se ama e o contato com a 
natureza. 

Uniflex: um museu … 
AC: Inhotim. 

Uniflex: praia ou campo? 
AC: os dois! 

Uniflex: por quê? 
AC: ambos me fazem bem. Amo estar em contato com a natureza! 

Uniflex: inspiração… 
AC: Viajar. 

Uniflex: a melhor gastronomia … 
AC: tailandesa. 

Uniflex: a raiz de todos os males … 
AC:  invadir o ‘espaço’ do outro. 

Uniflex: profissionalismo … 
AC: respeito. 

Uniflex: por que Uniflex? 
AC: porque ela é gente como a gente. 

Uniflex: cultura é … 
AC: miscigenação. 

Uniflex: educação é … 
AC: a base de tudo. 

Uniflex: no décor de Ana não pode faltar … 
AC: identidade. 

Uniflex: na arquitetura de Ana não pode faltar … 
AC: integração entre o interior e o exterior. 

Uniflex: para Ana Colnaghi, viver é … 
AC: ter equilíbrio. 

Uniflex: o que é in no décor de Ana? 
aconchego. 
AC: o que é out no décor de Ana? 
falta de personalidade. 

Uniflex: na prancheta de Ana Colnaghi não pode faltar… 
AC: atenção aos detalhes e planilhas – risos! 

Uniflex: no criado-mudo de Ana não pode faltar … 
AC: atualmente? Uma babá eletrônica – risos! 

Foto: Alessandra Pinho


Ana Colnaghi conta o que mais gosta e o porquê 

Um restaurante que você gosta e por quê? 
La Braise em Gramado. Porquê além de uma comida maravilhosa, que como boa gaúcha um grelhado nunca vai mal, ainda tem todos os complementos que na verdade é o que mais gosto! Mas o fato dele estar na Vila Berti é muito especial, pois é um lugar lindo para curtir o dia. Como temos apartamento na cidade, vamos quase todo fim de semana. 
 
Um museu e por quê? 
O Inhotim. Porque é simplesmente um tesouro nacional! Já tinha um amor antes de visitá-lo, mas a visita me impressionou muito. Acredito que a minha paixão pela natureza e lugares abertos pôde influenciar na escolha. Porém, sem dúvidas, o acervo é muito rico e é uma experiência para ‘perder-se’ o dia inteiro por lá. 
  
Uma peça de design. De quem e por quê? 
Esta pergunta para mim é dificílima! Pois sou uma amante do design e tenho grande adoração por clássicos internacionais, mas o design brasileiro é belíssimo! A poltrona Paulistano de Paulo Mendes da Rocha tem todo o meu coração. Adoro designers novos também. Então, se puder abrir um espaço para mais uma peça, adiciono a poltrona Ponto de Roberta Banqueri, que, inclusive, tenho em casa. Afinal de contas, Girl Power, né? 

Um artista. Por quê? 
Outra difícil, hein?! Admiro tantos artistas! A cada momento que conheço e admiro as obras de um, o vício por ele toma conta. Atualmente, estou me aprofundando no trabalho de Anthony Howe, porque me encanta quando a arte tem o poder de fazer você interagir com o observador, despertando interesse e instigando a nossa criatividade. Howe constrói objetos que se movimentam com o vento, e a forma como eles se movem impressiona pela perfeição da sua sincronia. Mas como uma boa bairrista, tenho de mencionar o nosso artista local Flavio Scholles, que depois de estudar artes em São Paulo voltou à sua terra natal, onde ergueu seu atelier e consolidou o seu estilo e a sua obra. 

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1. Fachada do restaurante La Braise em Gramado.
Imagem: divulgação
2. Obra de Anthony Howe.
Imagem: divulgação
3. Flávio Scholles em seu atelier, localizado em Morro Reuter, no Rio Grande do Sul.
Imagem: divulgação

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